quinta-feira, 6 de setembro de 2012

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Partilho aqui...

... a minha opinião sobre as Redes Sociais e o Facebook em particular. Apresento-me como um adepto em geral das ditas, possuo perfis em quase todas, mas uso-as de forma que defino como moderadamente útil. Explico melhor. Todos temos amigos/conhecidos com opiniões diversas: uns usam, outros abusam, outros ignoram, outros abominam e ainda os há que nem sequer concebem que algum ser humano as utilize. Tenho uma desculpa de peso (se é que necessária), que me impeliu a tal tendência: Por motivos profissionais, sempre estive ligado às novas tecnologias e de cada vez que aparece algo de novo, é "pertinente" fazer um teste. Além disso, há muito que estou ligado a entidades/candidaturas que necessitam de ser divulgadas/publicitadas regularmente.
Por regra, gosto, desde que possível, de colaborar. Colaborar na vertente de contribuição para uma comunidade. Imbuído desse espírito, faço publicação de conteúdos (maioritariamente musicais e imagens) quando me apetece e com a alguma regularidade. Gosto de participar de forma inequivocamente activa e não me limito a ser Voyeur (uma postura válida como outra qualquer, mas que não quadra com a minha maneira de ser), tentando saber por onde vagueiam as pessoas e que andam a fazer. No lado contrário, tento não pertencer ao clube do massacre, ou seja, os que colocam, de forma um pouco irritante, 20 publicações por dia (de novo, uma forma possível). Fico-me, normalmente, pelas 4, distribuídas ao longo do dia. Raramente uso os chats, prefiro os meios tradicionais ou então outros, de contacto directo. Não uso nenhuma rede social em nome próprio, optando por "esconder-me" convenientemente atrás de uma sigla (uma espécie de piada arquitectónica-criminal). Não parabenizo online e evito que me façam tal gentileza, tendo para o efeito retirado estrategicamente todos os meus dados. Raramente faço partilhas públicas. Todos os dias entro no Facebook e em quase todos eles aprendo algo de novo, motivo pelo qual continuo utilizador.
Não pretendo com estas linhas mudar comportamentos, unicamente apresento a minha opinião/posição. Sei que, como normalmente acontece, esta minha teoria não vai ser consensual. Sinto-me aliviado.
Quase tudo no mundo azul nos "empurra delicadamente" para outras condutas. Veja-se o exemplo que aparece na imagem, onde é trocado o tradicional convite para contacto por uma versão deturpada em que se incentiva a ter comportamento ao estilo mirone. Entretanto, continuo a minha cruzada e vou tentando resistir, ouvindo, lendo e visualizando, de maneira muito própria, o que de bom vai aparecendo na invenção do rapaz Zuckerberg...

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

domingo, 12 de agosto de 2012

No passado dia...

... 3 de Julho cumpriram-se 13 anos sobre a data fatídica do falecimento de Mark Sandman. Este prodigioso e multifacetado artista nasceu em Newton, Massachusetts e foi mentor de um dos meus projectos preferidos - Morphine. Durante 7 anos (a sua curtíssima carreira) foi um destacado compositor, cantor e multi-instrumentista e ainda um Grande e simpático cidadão. Naquela data decidi prestar-lhe uma homenagem especial: gravar uma edição do Quasepodcast inspirada por ele e a ele dedicada. Nos cerca de 74 minutos do número 31 desta recolha podemos encontrar um conjunto de temas da sua banda de sempre e também dos projectos que se seguiram à sua morte:
01. Morphine - Bo's veranda
02.  Morphine - Scratch
03.  Morphine - Radar
04.  Morphine - Take Me with You
05.  Morphine - The Night
06.  Morphine - Pulled over the car
07.  Morphine - Honey White
08.  Morphine - Have a lucky day (Live)
09.  Morphine - The Saddest Song
10.  Morphine - Thursday
11.  Morphine - I'm Free Now
12.  Morphine - I Know You, Pt. 2
13.  Morphine - Buena (Live)
14.  Morphine - The other side
15.  Morphine - Candy
16.  Morphine - You Look Like Rain
17.  Morphine - Cure For Pain
18.  Morphine - Souvenir
19. Twinemen - Spinner
20. Orchestra Morphine - So Many Ways (Live)
21.  Morphine - Miles Davis' Funeral
O Artista morre mas a sua obra, sempre que de qualidade, perdura. Espero que o  aprecieis, no mínimo, tanto quanto...


O ficheiro em formato .mp3 pode ser descarregado, de forma gratuita, aqui (Botão direito do rato e Guardar como...).


Os restantes (anteriores) podem ser ouvidos e descarregados aqui.

Os temas usados nesta compilação destinam-se unicamente a fins de teste. Caso alguém se sinta lesado com a divulgação, faça favor de manifestar o facto, razão que levará à retirada dos mesmos.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Just do it (more)...

"Os portugueses são pouco dados à prática do exercício físico. Muitos envergam fatos de treino e sapatilhas de marca em passeios de fim de semana pelos centros comerciais e supermercados mas não vão além do estilo. As barriguinhas não enganam. E afinal de contas, além de um problema de mentalidade, uma boa parte dos cidadãos entende já se ginasticar o suficiente na vivência do quotidiano...."
Fernado Santos, opina no JN

domingo, 8 de julho de 2012

A espera...

... pode vir a revelar-se como algo mais que uma virtude. Esta acção acompanha-nos durante todo o tempo da nossa vida, independentemente de estarmos ou não preparados para lidar com ela. Podemos até pensar que estamos, mas se reflectirmos um pouco, facilmente chegamos à conclusão que unicamente nos adequamos à situação de ter de aguardar que algo aconteça e o mais rapidamente possível.
Falo de espera no sentido alargado do termo, englobando o simples período de tempo enquanto nos sentamos na paragem de autocarro até que este chegue ou a infindável quantidade de horas até que recebamos o resultado de um exame de saúde.
É, uma vez mais, uma questão de gestão. Organizar as nossas tarefas para que se aligeire o sentimento de ansiedade (por vezes em sofrimento), pode revelar-se uma tarefa complicada.
A dificuldade na espera depende da avaliação da matéria em questão. Será que damos importância demais a determinadas situações, empolgando-as e consequentemente penamos sem razão aparente? Ou será que de forma negligente (ou inadvertida), ficamos aquém na sua classificação, a ponto de a colocar em perigo? Esta tentativa de lógica pode, analogamente, ser aplicada à caracterização/qualificação das pessoas que nos rodeiam, levando a que condutas similares conduzam a reacções diferentes. Em ambos os casos, e por  consequência, esta forma de avaliação afecta certamente os níveis de sofrimento aliados à espera. 
- Porque tarda tanto a resposta à minha candidatura de emprego?
Porque demora o feedback dos sentimentos em relação aquela pessoa especial?
- Porque demora a recuperação das condições possíveis de saúde de um ente querido?
- Porque demoras tanto a resposta ao meu telefonema?
- Porque nunca chega a hora de punição para os interesseiros / intriguistas / manipuladores?
- Porque estou há tanto tempo à espera da chave vencedora do Euromilhões?
- Porque demora uma eternidade a instalação do sistema operativo neste computador?
- Porque parecem 20 os últimos 2 minutos de um importante jogo do Glorioso?
- Porque demora tanto a iniciar uma faixa, depois de acabar a anterior?
- Porque é tão reduzido, para alguns, o prazo para acabar uma normal licenciatura?
Por muito tempo que por cá se ande, não me parece que a maneira de lidar com a espera fique facilitada com o passar dos anos. Termino esta minha (ténue tentativa de) reflexão com o sentimento de reforço da ideia inicial: Vamos, na medida do possível, tentando adaptar as nossas actuações e avaliações às esperas deste mundo, tendo esperança que a "coisa" melhore (se possível, com companhia)...