"Não fico satisfeito em ouvir a música em casa sem a dar a conhecer." Mestre António Sérgio
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Antoni Gaudí_024 - Palau Güell
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Voltei a ser...
... coleccionador. Ao longo da minha vida, tive várias "pancadas" por guardar coisas, sem a certeza se as iria ou não usar (ou rever) no futuro. Recolhi e conservei, entre outras tralhas, latas, cassetes, discos em vinil e cd, livros (poucos) e álbuns em formato mp3. Mais recentemente, decidi ir guardando imagens de capas de discos que vou encontrando e que considero como arte. Reconheço que comecei tarde, pois há, com toda a certeza, algumas que nunca mais vou recordar e consequentemente vai perder-se o impacto que em mim causaram quando as vi pela primeira vez. O processo é simples: Estou atento às novas edições e quando me lembro de uma capa artística menos recente, vou procurar por ela. Em ambos os casos, guardo a imagem em formato de ficheiro para posterior publicação nestas páginas, mais concretamente na secção Arte e Música. Refira-se que a dita secção tem como mote "Quando a capa (também) é bela...", facto que, admito, dificulta a manutenção daquele espaço, pois tem de cumulativamente agradar ao ouvido e ao olho.
Por vezes, há acasos que poderiam muito bem dar início a uma nova etiqueta, que ilustrasse exactamente o oposto, qualquer coisa como "talvez a música seja bela" ou "a ouvir vamos". Diga-se que esta, caso fosse criada, não seria original e um bom exemplo pode ser encontrado aqui. Um caso que ilustraria bem esse outro estilo artístico, foi, inadvertidamente, por mim encontrado, com a descoberta de um belíssimo espécime, que ainda tem como brinde, o sublime título de My pussy belongs to daddy. A imagem (que não ouso colocar aqui, pois poderia ferir susceptibilidades), pode ser vista ali. No dia de tão importante descoberta, não alarguei a minha colecção de arte digital, mas ganhei, seguramente, uns minutos adicionais de vida, dada a risada gigantesca e continuada...
Por vezes, há acasos que poderiam muito bem dar início a uma nova etiqueta, que ilustrasse exactamente o oposto, qualquer coisa como "talvez a música seja bela" ou "a ouvir vamos". Diga-se que esta, caso fosse criada, não seria original e um bom exemplo pode ser encontrado aqui. Um caso que ilustraria bem esse outro estilo artístico, foi, inadvertidamente, por mim encontrado, com a descoberta de um belíssimo espécime, que ainda tem como brinde, o sublime título de My pussy belongs to daddy. A imagem (que não ouso colocar aqui, pois poderia ferir susceptibilidades), pode ser vista ali. No dia de tão importante descoberta, não alarguei a minha colecção de arte digital, mas ganhei, seguramente, uns minutos adicionais de vida, dada a risada gigantesca e continuada...
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Arte & Música_03
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Arte,
Arte e Música
sexta-feira, 17 de junho de 2011
The Divine Comedy - Too young to die
Too young to die
But too old to survive -
I've spent too long
Trying to write this song.
The tune is okay
But the words are all wrong -
Maybe its time for a change.
I've lived a lie
Since the day I arrived,
Building my dreams
Grand romantic schemes.
Now I'm 28
But I'm still in my teens -
Well maybe its time for a change.
Now it's time to say goodbye
To my suit, my shirt, my tie.
My youth seems to have passed me by
And I'm too young to die.
I will not weep
For what we leave behind.
I must break free
From that part of me
That values the art
Over the humanity.
I think its time for a change.
I thought that I
Was doing fine
But now I've changed my mind
'Cause now its time to say goodbye
To my suit, my shirt, my tie.
My youth seems to have passed me by
And I'm too young to die.
Too young to die,
Yeah,
Too young,
Too young
Yeah, yeah, yeah!
Maybe its time for a change.
The Divine Comedy - Too young to die
-A Secret History... The Best of (1999)-
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Letras Grandes
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Paul Cézanne - La femme étranglée
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Arte
terça-feira, 14 de junho de 2011
The Cure - Catch
O projecto The Cure é meu contemporâneo. O que quer isso dizer? Para mim, (e para qualquer pessoa que consiga fazer aritmética de forma rápida), significa que quando eu chegar aos 40 anos de vida, eles cumprirão em breve, essa cifra, mas de carreira. Acho que não se devem celebrar, só por celebrar, as longas carreiras; Sei sim, que me sinto muito orgulhoso por ter acompanhado "ao vivo" esta especial banda desde o seu sétimo disco (Kiss me, Kiss me, Kiss me, de 1987, onde aparece o tema apresentado). Quem me conhece sabe que tenho um (velho) amargo de boca por não ver um outro projecto da minha predilecção associado a uma sonoridade menos comercial e com cunho marcadamente alternativo, como acontece a estes moços. Em suma, aquele disco foi/será marcante para mim, nem que mais não fosse/seja, porque foi através dele em boa hora que conheci a banda de Robert Smith...
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domingo, 12 de junho de 2011
Percentagens
"Começo a achar que 90% das pessoas do meu Facebook não percebem que 80% das coisas que lá escrevo são no gozo, provocação, dramatização ou invenção. É que já me basta levar a vida real tão a sério."
T, blogger admirada pelo autor.
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Afirmação com A grande
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