segunda-feira, 11 de junho de 2012

Na madrugada...

... da próxima Terça-Feira recomeçam as noites mal dormidas. É por uma boa causa. Há anos que não sentia tanta ansiedade com o início das Finais da NBA. Desde que me conheço, tenho tendência para apoiar equipas da Conferência Este (dado que não tem valido de muito fazê-lo pela equipa do Grande Nash). Este ano, talvez fruto do fenomenal espectáculo que proporcionaram no 3º jogo da final de conferência diante dos Spurs e um dos melhores jogos a que pude assistir nos últimos tempos, decidi apoiar os Thunder, caso fossem à final.
Pois é, depois de estarem a perder 2-0 na série, registaram 4 brilhantes e consecutivas vitórias e apresentam-se agora como grande oposição a uns Heat que conseguiram recuperar o seu Big 3 (James, Wade e Bosh).
É um regalo ver uma jovem equipa a jogar como eles o fazem. Ajuda constante na (sempre feroz) defesa e grande velocidade na saída para o contra-ataque. Podem ter como desvantagem a falta de experiência em finais (são estreantes), mas a vontade de Durant, Harden, Westbrook, Sefolosha, Collison, Aldrich, Ibaka, Perkins e até Fisher, aliada à vantagem campo (conseguida na época regular), serão certamente suficientes para, no mínimo, igualar as possibilidades e proporcionar grandes madrugadas de entretenimento. Go Thunder...

domingo, 10 de junho de 2012

Sobre os parabéns, as desculpas e o que fica para a história

"...O desafio que fica, para os dois jogos que faltam, é fazer destes últimos 15 minutos a inspiração para todos os 90. Normalmente, a "sorte", que realmente faltou à seleção portuguesa, favorece quem ambiciona mais - e durante 75 minutos foi a Alemanha quem mais ambição demonstrou. Portugal "ganhou" em oportunidades de golo, mas perdeu em golo(s) e perdeu o jogo. É esta a lição que, sem complexos nem desculpas, a equipa deve assumir, porque tem qualidade e realmente mostrou ambição e personalidade, tendo até "descoberto" dois bons reforços atacantes. Também nas substituições, o treinador esteve bem...."
João Marcelino ao DN

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Quando aparentemente...

... parece que se tem mais tempo disponível, é quando (inexplicavelmente) algumas coisas que consideramos de realização regular ficam para trás, aparentemente esquecidas. 
Só hoje reparei que não vinha aqui desde o dia 12 de Abril. Quando estudava, havia um professor meu que entre outras, tinha uma brilhante resposta a uma comum pergunta: Qual a razão porque as pessoas se atrasam? Porque não puderam chegar mais cedo.
Seja como for, aqui estou para apresentar um novo tomo da publicação QuasePodcast. Regresso aos ritmos dançáveis onde projectos na área do dub Techno, Minimal, Electro se estendem por pouco mais de 72 minutos:
01. 2562 - Desert lament
02. Saschienne - November
03. Coeter One Feat. Ixel - Narr
04. Powell - 09 (Karl O'Connor Remix)
05. Max Cooper - Raw Marc Romboy's Sub Attack Remix
06. Monoloc & Pfirter - Session 3
07. Szare - Wild Boar
08. Orbital - Never
09. Ambivalent - Train to Baltimore
10. Marc Houle - Am Am Am
11. Fort Romeau - I need U
12. Dimitris Athanasiou and DJ Saint - Essence
13. Dub Taylor - Urban silence III
14. Oliver Huntemann - Hope (Instrumental Beatport Only)



O ficheiro em formato .mp3 pode ser descarregado, de forma gratuita, aqui.
Os restantes (anteriores) podem ser ouvidos e descarregados aqui.
Os temas usados nesta compilação destinam-se unicamente a fins de teste. Caso alguém se sinta lesado com a divulgação, faça favor de manifestar o facto, razão que levará à retirada dos mesmos.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Alabama Shakes - Hold on

A banda hoje aqui apresentada formou-se em 2009 e é originária de Athens, Alabama. O projecto Alabama Shakes é um quarteto liderado pela excelente voz de Brittany Howard e pelo guitarrista Heath Fogg e apresentam um viciante rock com nítidas e irresistíveis influências soul. A sua discografia conta com o EP homónimo, editado em 2011 e com o álbum de estreia Boys And Girls, que sai esta semana. Fixai este nome, porque vai valer a pena...