quarta-feira, 1 de junho de 2011

Quando se...

... atinge o número 18 presume-se que se alcançou a maioridade. Este facto não tem necessariamente que implicar, por aqui, mudança (esta vai ocorrendo de forma natural, ou não...). Enquanto tento equilibrar a insanidade e a sanidade, cá continuo a deambular, de forma sinceramente prazenteira, entre o rock e a electrónica. Desta vez apresento um conjunto de temas que varia entre o etéreo/minimal, deep house, dub e techno. Podeis testar o resultado final aqui:



Os temas componentes são estes:
01. Desolate - Pain
02. Overcast Sound - Holding Pattern (Fingers In The Noise Remix)
03. Trigerfinger - ZooMsica
04. Loose End - Presage [N]
05. Emrox - Mind bug
06. Deenos - Monotonikos (Original Mix)
07. Chris Manura - Citilights
08. Atesh K. - Bass On Purpose
09. Artemono - Macro Minimal
10. Alberto Santizzo - Italian lesson
11. Narcotic 303 - Subarea
12. John Tejada - Unstable Condition
13. Redondo - Pop Off (Original Mix)
O QuasePodcast18 tem aproximadamente 74 minutos e pode ser descarregado aqui ou aqui.
  Os temas usados nesta compilação destinam-se unicamente a fins de teste. Caso alguém se sinta lesado com a divulgação, faça favor de manifestar o facto, razão que levará à retirada dos mesmos.

terça-feira, 31 de maio de 2011

You Can't Win, Charlie Brown - Over The Sun/Under The Water

Há um novo e interessante projecto português. Os You Can’t Win, Charlie Brown são de Lisboa, formaram-se em 2009 e são liderados por Afonso Cabral, Salvador Menezes e David Santos. Em 2010 editaram o EP homónimo (que pode ser descarregado gratuitamente da página da Optimus Discos) e neste final de mês editam o disco de estreia, Chromatic, que comporta este tema.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

As dificuldades...

... da vida.
"Foi sempre necessário adaptar-me. Os meu pais tinham uma linda casinha com uma caixa de correio, um eucalipto e até uma chaminé. Eu era um bom aluno, cheguei mesmo a ser membro da Federação dos Estudantes da Califórnia. Metade dos meus amigos vivia com o nariz enfiado nos livros e a outra metade preparava-se conscientemente para a nulidade. Do lado da minha mãe só havia professores e padres, do do meu pai, alcoólicos e loucos. Procurei fazer uma síntese a partir daí e, por pouco, ia falhando."
Tom Waits, Nocturnos 

terça-feira, 24 de maio de 2011

The National - Vanderlyle crybaby geeks

Leave your home
Change your name
Live alone
Eat your cake

Vanderlyle, crybaby, cry
Oh the waters are risin'
Still no surprisin' you
Vanderlyle, crybaby, cry
Man its all been forgivin'
Swans are a swimmin'
I'll explain everything to the geeks

All the very best of us 
String ourselves up for love
All the very best of us 
String ourselves up for love
All the very best of us 
String ourselves up for love
All the very best of us 
String ourselves up for love

Vanderlyle, crybaby, cry
Oh the waters are risin'
Still no surprisin' you
Vanderlyle, crybaby, cry
Man its all been forgivin'
Swans are a swimmin'
I'll explain everything to the geeks

Hangin' from chandeliers 
Same small world
At your heels

All the very best of us 
String ourselves up for love
All the very best of us 
String ourselves up for love
All the very best of us 
String ourselves up for love
All the very best of us 
String ourselves up for love

Vanderlyle, crybaby, cry
Oh the waters are risin'
Still no surprisin' you
Vanderlyle, crybaby, cry
Man its all been forgivin'
Swans are a swimmin'
I'll explain everything to the geeks

I'll explain everything to the geeks
I'll explain everything to the geeks.
The National - Vanderlyle crybaby geeks
-High Violet (2010)-

quarta-feira, 18 de maio de 2011

We Are Trees - I don't believe in love

Apresento-vos hoje o projecto We Are Trees, trio norte-americano que pratica um agradável som rock com claras influências folk, a fazer lembrar Beach House ou Grizzly Bear. A banda editou no ano passado o EP Boyfriend e regressa este ano com a seguinte parte, Girlfriend, onde se pode encontrar o tema I Don't Believe In Love. 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Há questões que...

... ainda permanecem sem resposta...
"Muitos dos nossos políticos, nomeadamente os que presentemente detêm o poder e governam o país, bradam aos céus e ao povo que a intervenção do famigerado FMI será um verdadeiro atentado á nossa soberania.
O FMI, afinal o que é que vem cá fazer?
Pelo que vou lendo e ouvindo julgo que o FMI vem cá para resolver aquilo que os nossos governantes não conseguem.
Governantes esses que são os principais (ainda que não os únicos) responsáveis pela situação a que chegámos e que nos vai trazer, em 2011, ainda mais desgraças.
Mais desemprego, mais dívidas, juros mais altos, menos segurança social, mais pobreza, etc.
E, como é evidente, vamos tapando buracos e remediando situações que em nada contribuem para resolver a crise.
Muito do que pedimos emprestado não vai melhorar em nada a situação económica do País e, indirectamente, abalar todo o sistema social, um dos pilares da nossa sociedade.
O que pedimos hoje terá que ser pago nos próximos anos, com "língua de palmo", como se dizia noutros tempos. Vamos ter que pagar milhares de milhões de euros multiplicados por juros enormes.
E, assim, orgulhosamente os nossos governantes dizem que o FMI, a intervir no nosso país, irá ferir o orgulho dos portugueses e, consequentemente, abalar a nossa soberania.
Será que a maioria dos portugueses se sentirá ferido no seu orgulho?
Ou não serão os nossos governantes que devem ter vergonha do que fizeram?
A nossa soberania, os nossos orgulhos e vergonhas de um passado de mais de oitocentos anos, ficarão assim tão abalados?
Sofremos enxovalhos muito mais pesados, perdemos a soberania, total ou parcialmente.
Lembremos apenas alguns casos, a dinastia dos Filipes de Espanha, as ocupações francesas, o ultimato inglês.
Será que preferimos aguentar ainda mais problemas porque os nosso. Governantes não são capazes de emendar o que de mal fizeram? Quem é que realmente deve ficar envergonhado? 
Nós, o povo, ou os nossos governantes? A "soberania" nacional fica diminuída? Ou não serão os governantes que devem assumir a vergonha?
Ou se continuarmos a pedir mais e mais financiamentos, se tivermos dificuldades ainda maiores para os pagarmos, isso não afectará a nossa soberania?
Não nos tentem iludir mais e mais vezes.
Assumam as responsabilidades e não digam que não querem cá o FMI, mas sim, digam-nos porque é que o não querem. Mas com razões concretas, algo que se compreenda.
Não estamos em condições de repudiar ajudas, se forem válidas, do FMI ou da EU, apenas porque os nossos governantes não querem, não têm a coragem de assumir a realidade da nossa situação e da responsabilidade que tiveram e têm, em todo este longo e doloroso processo.
Se a vinda do FMI nos ajudar a ultrapassar a situação a que chegámos então que venham.
Ficamos (?) um pouco envergonhados, mas resolvemos os problemas.
E, nesse caso, os nossos governantes actuais ficarão tão envergonhados que se demitirão.
E a nossa soberania talvez se arrepie um pouco, mas sobreviverá."